O blogger não carregou o vídeo e não achou o vídeo quando o postei no youtube. Então, vou deixar, por enquanto, somente o link direcionado:
http://www.youtube.com/watch?v=10bedhjTMIA
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Visita à Pampulha
Na visita à Pampulha, visitamos não somente o Cassino, mas também a Casa do Baile - ambos projetados por Niemeyer. Tendo já lido parcialmente o livro do Hetzberger à época achei muito interessante a visita, pois pude notar vários aspectos das graduações territoriais entre público e privado (como por exemplo a escada da foto).
As informações dadas pelos professores também foram muito instrutivas, fazendo com que eu passasse a olhar para o Cassino de uma forma mais crítica em comparação à forma que anteriormente fazia. Também acrescentaram muito por dar informações as quais anteriormente não tinha conhecimento, como o fato de que o Cassino se projetar como uma península para dentro da Pampulha foi não só intencional, mas também artificial.
Os jardins do Cassino são também uma obra por si só, nos fazendo andar e olhar para o edifício sob diferentes perspectivas, obrigando-nos a admirar sua imponência.
A Casa do Baile impressionou por suas formas inusitadas e sua história. A Casa do Baile foi projetada para ser um restaurante popular para valorizar a orla da Pampulha. Ela foi palco de atividades musicais e dançantes na época em que ainda atuava com sua 'real função', atuando, agora, como Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e Design.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Em Inhotim,
visitamos as obras de Janet Cardiff. Janet Cardiff, nascida em Bruxelas em 15 de março de 1954 é uma artista canadense de instalações (majoritariamente sonoras). Ela trabalha em colaboração com seu parceiro George Bures Miller, e vive, atualmente, em Berlim.
Sua instalação chamada "Forty Part Motet", presente em Inhotim, é uma instalação de passeio, onde há a interpretação da música Spem in Alium deThomas Tallis pelo coral da Catedral de Salisbury. A gravação do coral deu-se por gravadores individuais, que gravaram as vozes dos baixos, barítonos e tenores, de forma que as caixas de som (oitenta, ao total) representam os integrantes do coral. A experiência de deslocamento e as subsequentes experimentações de cada voz compõe uma experiência incrível. Segundo, Janet, temos que: "Ao ouvir um concerto, você normalmente está sentado na frente do coral, na tradicional posição da audiência. com esta peça eu quero que o público possa experimentar a música a partir do ponto de vista dos cantores."
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